Visibilidade
Exposição e prioridades compreendidas pela gestão.
A Privus Kuzola transforma as exigências do RGPD num sistema que a sua organização consegue executar, manter e demonstrar. Identificamos a exposição, definimos prioridades e implementamos as medidas necessárias sem acrescentar complexidade desproporcionada à operação.
A conformidade torna-se útil quando responde a perguntas concretas de gestão, resiste ao crescimento da organização e pode ser demonstrada perante clientes, auditores e autoridades.
O trabalho organiza a obrigação regulatória em decisões, responsabilidades, processos e evidências utilizáveis.
Exposição e prioridades compreendidas pela gestão.
Decisões, escalamento e execução com responsáveis definidos.
Procedimentos ajustados à realidade operacional.
Registos que sustentam decisões e demonstram execução.
O percurso é modular. Pode começar pelo PRIA ou por uma análise de âmbito quando a necessidade já está delimitada.
Leitura executiva da maturidade, riscos e lacunas.
Roadmap por impacto, esforço e urgência.
Processos, documentos e controlos em operação.
Equipas preparadas para executar responsabilidades.
Revisão periódica e adaptação à mudança.
A intervenção é selecionada em função da exposição e não por um catálogo rígido.
Dados, finalidades, sistemas, equipas e terceiros.
Fundamentos, informação e coerência da comunicação.
Receção, validação, resposta e evidência.
Critérios, prazos e execução verificável.
Responsabilidades, garantias e supervisão.
Avaliação de impacto onde a exposição o exige.
Privacidade integrada em projetos e mudanças.
Quando aplicável, articulamos o RGPD com a consultoria de AI Governance.
Deteção, avaliação, escalamento e registo.
Competências, funções e supervisão contínua.
Os entregáveis são definidos segundo a exposição da organização e o âmbito aprovado.
A conformidade só cria confiança quando as decisões podem ser explicadas e a execução pode ser demonstrada.
RGPD, Lei n.º 58/2019 e requisitos contratuais ou setoriais aplicáveis à organização.
Respostas diretas sobre o âmbito da intervenção.
Não. O PRIA identifica exposição, prioridades e um roadmap. A implementação é definida separadamente, de acordo com o âmbito aprovado.
Sim, depois de uma análise inicial do contexto, da documentação disponível e dos resultados pretendidos.
Não necessariamente. Pode abranger adoção operacional, formação, recolha de evidências e acompanhamento contínuo.
Não. A Privus Kuzola é uma consultora independente e não representa nem substitui a autoridade de controlo.
Depois do contacto, respondemos num prazo máximo de 48 horas úteis. Indicaremos se o ponto de entrada adequado é o PRIA ou uma proposta de intervenção, com âmbito, entregáveis e condições definidos.